Castelo de cristal
Cratera luminosa
Esfinge
Esqueleto
objeto nao identificado
marca estranha
objeto em movimento
estranho objeto
veiculo lua
Castelo de cristal
Cratera luminosa
Esfinge
Esqueleto
objeto nao identificado
marca estranha
objeto em movimento
estranho objeto
veiculo lua
440 milhões a.C.
Antigüidade das pegadas calçadas (de botas!) fossilizadas que esmagaram um trilobite (uma espécie de inseto pré-histórico que viveu somente durante a era Paleozóica) na região de Antelope Springs, a 43 milhas da cidade de Delta, no Estado de Utah, nos Estados Unidos. As pegadas, medindo 32,5 x 11,24 cm, foram descobertas pelos Srs. William Meister e Francis Shape, no dia 03 de junho de 1968.
250 milhões a.C.
Antigüidade das dez pegadas humanas com perfeitos cinco dedos medindo 23,73 x 10,25 cm, investigada pelo Dr. Wilburg G. Burroughs, em 1931, do Departamento de Geologia do Berea College, de Kentucky, Estados Unidos. Encontradas na região noroeste de Mount Vernon, nos Estados Unidos.
Antigüidade das pegadas humanas gigantes medindo 59 x 18 cm, indicando um peso de 250 Kg, encontradas em Mount Victoria, Estados Unidos. Investigadas e descobertas, em 1970, pelo Dr. Rex Gilroy, diretor do Mount York Natural History Museum.
70 milhões a.C.
Antigüidade das pegadas humanas fósseis encontradas na região da Valdecevilla, na Rioja, Espanha.
Antigüidade do cubo metálico encontrado, em 1885, numa mina na Áustria, num estrato carbonífero. O objeto se encontra hoje no museu de Salisbury.

65 milhões a.C.
Antigüidade das pegadas humanas encontradas ao lado de pegadas de dinossauros no famoso "Vale dos Gigantes", ao longo do leito do rio Paluxy, próximo de Glen Rose, no Texas, Estados Unidos. As pegadas foram investigadas, em 1971, pelo Dr. C. N. Dougherty, que apresentou um registro de centenas de pegadas na região.
60 milhões a.C.
Antigüidade atribuída à coleção de pedras gravadas do Dr. Javier Cabrera, encontradas na região de Ocucaje, próximo à cidade de Ica, no Peru. Nessas pedras (chamadas de As Pedras de Ica), se encontram descrições gráficas de seres que viveram numa época remota, contemporânea dos dinossauros, sendo detentores de uma grande e avançada tecnologia. De acordo com Cabrera, essa
civilização teria evacuado a Terra frente a um grande grupo de terremotos e destruição, o mesmo que acabou com os dinossauros.
22 milhões a.C.
Antigüidade da pegada gigante fossilizada numa laje de argila, encontrada na jazida carbonífera de Cow Canyon, a uns 40 quilômetros de Lovelock, nos Estados Unidos.
15 milhões a.C.
Antigüidade da marca de um sapato encontrada no Fisher Canyon, no Condado de Pershing, no Estado de Nevada, Estados Unidos.
1 milhão a.C.
Antigüidade da pequena estátua de 2 cm feita em argila, encontrada em 1889 no povoado de Nampa, Idaho, nos Estados Unidos, a uma profundidade de 90 metros.
500 mil a.C.
Antigüidade do geodo encontrado, no dia 13 de fevereiro de 1961, pelo grupo composto por Mike Mikesell, Wallace A. Lane e Virginia Maxey próximo ao lago Owens, na região de Olancha, na Califórnia; contendo em seu interior uma peça metálica manufaturada, cujas características, segundo o Dr. Willis, assemelha-se a uma vela de ignição para um motor à explosão.
100 mil a.C.
Antigüidade do crânio Neanderthal encontrado na Austrália pelo Dr. Morton Sorrel. chefe da expedição, em cujo interior foi encontrado um objeto com características que indicam ser algum tipo de implante extraterrestre, embora esteja sendo investigado por especialistas da Universidade de Sidney.
40 mil a.C.
Antigüidade do crânio Neanderthal, furado à bala, exposto no Museu de História Natural de Londres, Inglaterra. Foi achado na região de Broken Hill, norte da Rodésia, África.
20 mil a.C.
Antigüidade de um petróglifo investigado pelos irmãos Leyland, na Austrália, onde aparece claramente um indivíduo vestindo um capacete e uma roupa com zíper frontal, saindo de dentro de um objeto esférico com tripé.
Antigüidade das pinturas encontradas nas cavernas de Altamira, próximas à região de Santillana del Mar, em Santander, Espanha, em cujo interior foram identificados desenhos que fazem pensar em discos voadores.
12 mil a.C.
Antigüidade da pintura rupestre encontrada na região de Fergana, no Uzbequistão, descoberta pelo arqueólogo russo Gueorqui Chatseld, a qual apresenta uma entidade vestindo roupas de astronauta ao lado de um disco voador em vôo.
Antigüidade dos 716 discos de pedra com inscrições achados na região de Baiam-Kara-Ula, no Tibete, descobertos em 1938, pelo arqueólogo Dr. Chi-Pu-Tei e pesquisados em 1962 pelo investigador chinês Dr. Tsum-Um-Nui, da Universidade de Pequim. De acordo com a lenda dos Ham, moradores da fronteira entre a China e o Tibete, misteriosos "navios voadores" trouxeram do céu a raça dos Dropas.
10 mil a.C.
Antigüidade do crânio de bisão, furado à bala, exposto no Museu Paleontológico de Moscou, atual Rússia. Foi encontrado a oeste do rio Lena, na República Socialista Autônoma de Yakutia.
8 mil a.C.
Antigüidade das pinturas rupestres encontradas nas cavernas de Varzelândia, em Minas Gerais, no Brasil; cujas imagens apresentam discos voadores e esquemas do Sistema Solar.
7 mil a.C.
Antigüidade das mais de 5 mil pinturas rupestres encontradas na região de Tassili, no Saara argelino, na África, pesquisadas pelo investigador francês Henri Lhote.
2.345 a.C.
Ano em que subiu ao trono o imperador Yao. Nesse período, os manuscritos Chaung-Tzu no capítulo 2; Liu-Shi-Chun Chiu volume XII e capítulo 5; o Huainan-Tzu no capítulo 8 relatam vários incidentes de características insólitas vividos pelo imperador Yao. Por exemplo temos que, no ano 42 do seu reinado, uma estranha estrela desceu do céu até a cratera de um vulcão. Sendo que no ano 70, a estrela emergiu da cratera.
2.300 a.C.
Antigüidade da lenda Sei-To-KiI ou do "homem divino", que desceu dos céus para a Terra na região da atual Coréia do Norte, onde reinou entre os povos locais.
2 mil a.C.
Antigüidade da obra chinesa Ciência Natural, em cujo texto no seu capítulo 10, encontramos a seguinte descrição: "... Sob o reinado do imperador Xia Ji, foram vistos dois sóis no rio Feichang; um deles ascendendo no leste e o outro descendo no oeste, sendo que ambos rugiam como o trovão." Nesse mesmo ano, na ilha de Kyu Shu, no Japão, um túmulo chip-san apresenta uma
inscrição ilustrando a imagem de um rei elevando as mãos para o céu, procurando acolher sete discos solares.
1.500 a.C.
Antigüidade de um registro egípcio onde, "rodas ou discos de fogo" são vistos planando sobre o palácio do faraó Thutmosis III ou Thutmés III.

1.361 a.C.
Antigüidade do famoso IV canto de Akenaton ou também conhecido por Amenofis IV, antecessor de Tutankamon, realizado para o deus Aton. No canto, é possível ler a seguinte descrição: "... E assim ocorreu que, encontrando-se o faraó na caça do leão, em pleno dia, seus olhos avistaram um disco brilhante pousado sobre uma rocha, e o mesmo pulsava como o coração do faraó, e seu brilho era como o ouro e a púrpura. O faraó se colocou de joelhos ante o disco. "Nesse canto, no Hino III, o faraó continua a narração dizendo: "... Oh!, disco solar que com teu brilho ofuscante pulsas como um coração e minha vontade parece tua. Oh!, disco de fogo que me iluminas e teu brilho e a tua sabedoria são superiores à do Sol." Cabe destacar que foi após a visão do disco solar identificado como o deus Aton, que Amenofis IV mudou seu nome para Akenaton, alterando toda a estrutura religiosa do antigo Egito, o que lhe valeu ser assassinado mais tarde.
721 a.C.
Em tempos do início do Império Romano, Rômulo, que o teria fundado por volta de 754 a.C., desaparece em estranhas circunstâncias após uma insólita tempestade precedida de um eclipse do Sol. Segundo a lenda, Rômulo teria sido arrebatado até a presença dos deuses, no céu, numa carruagem voadora.
708 a.C.
Durante o reinado do imperador Numa Pompílio, os escribas romanos registraram a observação nos céus de um "escudo de bronze voador".
508 a.C.
Segundo relatos do romano Plínio, o Velho, foram observados, em Bolsena, na antiga Itália, "escudos ardentes" voando sobre a cidade, os quais assediaram com raios caloríficos a mesma, deixando-a em chamas.
503 a.C.
Nesse ano e por volta da meia-noite, na cidade de Roma, foram avistados "navios" como os de guerra brilhando no céu.
340 a.C.
Segundo os registros recolhidos pelo historiador Tito Lívio em seu Livro VIII, capítulo VI, da antiga república romana, consta o estranho encontro ocorrido entre os cônsules romanos, Latino e Romano, com um indivíduo de aspecto majestoso e elevada estatura, fora do normal.
332 a.C.
No período do cerco da cidade de Tiro pelo imperador Alexandre, o Grande, apareceram repentinamente sobre o campo "escudos voadores", como foram chamados, voando em formação triangular. Dirigia a formação um disco de maior diâmetro, sendo quase o dobro dos demais. Os discos passearam, sendo observados pelos exércitos de ambos os lados, até que, repentinamente, do
maior dos escudos voadores saíram uns raios que desfizeram as muralhas e as torres como se fossem feitas de barro. E os sitiantes lançaram-se em avalanche pelas brechas. Os escudos voadores permaneceram suspensos até que a cidade foi conquistada, desaparecendo rapidamente logo, no alto, fundindo-se com o azul do céu.
234 a.C.
Na sua obra Timoleonte, Plutarco comenta que na cidade de Rimini, nesse ano, foram vistas "três luas", enquanto as tribos dos galos invadiam a Itália.
218 a.C.
Nos livros XII e LXII de sua História Romana, o historiador Tito Lívio relata como "navios fantasmas" foram vistos brilhando no céu. Inclusive em Roma, assim como em outros lugares apareceram imagens de homens altos com brilhantes vestes brancas que se mantinham à distância sem aproximar-se das testemunhas. Nos seus livros XXI-XXII, o mesmo Tito Lívio recolhe a narrativa de como foi avistado um "escudo voador" nos céus de Arpi (cidade de Apulia na Itália). Também, nesses livros, se recolhem novas aparições de "navios fantasmas", assim como o fenômeno do "globo solar" menor, e das "lâmpadas cintilantes", vistas no céu de Praeneste, cidade de Lacio.
216 a.C.
Segundo consta no trabalho Prodigium Libellus, temos o seguinte relato: "No dia da batalha de Cannae, entre os romanos e os cartagineses foram observados objetos circulares e outros em forma de navio, fenômeno que durou toda uma noite. Desde o solo era possível distinguir formas brancas a bordo daqueles objetos que se mantinham no céu, mas podiam ser observados da Terra
à vontade.
214 a.C.
No seu livro XXI, Tito Lívio relata como foi vista na cidade de Adria uma plataforma no céu, e próximo dela uma forma de "homem vestido de branco". No seu livro XXIV, recolhe incidentes estranhos em Adria, onde foi visto um "altar do céu", além do testemunho de algumas pessoas que afirmaram ter visto legiões armadas sobre o Janículo. Já nos livros XXIV e XLIV, foram avistadas no rio Tarracina naves de guerra cujas formas eram desconhecidas. Houve também acontecimentos similares nos anos de 212 a 154 a.C.
152 a.C.
Em muitos lugares de Roma, foram avistadas aparições vestidas com roupas brancas que, a cada tentativa de aproximação, desapareciam repentinamente.
122 a.C.
No Prodigium, capítulo 114, se lê que em Galiun, na Sicília, foram observados "três sóis e três luas".
100 a.C.
Um escudo ardente e resplandecente atravessou o céu de oeste a leste em
direção ao pôr-do-Sol, lançando faíscas durante o consulado de Lucius
Valerius e Caius Marius.
85 a.C.
Plínio, o Velho, narra no seu livro II, capítulo XXVI, o seguinte: "...
Luzes brilhantes aparecerem de improviso no céu". No capítulo XXXIII encontramos: "... Um sol noturno, isto é, uma luz emanada da noite, foi avistado durante o consulado de Cecilius e de Papirius, e em muitas outras ocasiões, de tal forma que a noite parecia dia."
73 a.C.
No capítulo XV, da obra Temístocles, Plutarco relata o estranho caso ocorrido em Otria, na região de Frígia (Mar Negro), durante o treinamento das tropas do rei de Ponto, Nitrítades, e o cônsul romano Lóculo; quando, repentinamente, o céu se abriu e um objeto envolto em chamas caiu entre os exércitos. Segundo o relato, o objeto era muito semelhante a um jarro de vinho e sua cor, a de prata fundida.
50 a.C.
Marco Túlio Cícero escreve na sua obra Divinationis, livro I, capítulo XLIII, o seguinte relato: "... Foram vistas aparecer duas ou três luas, e chamas de fogo observadas no céu. Em outra oportunidade o Sol substituiu a noite, e sons foram ouvidos no céu. As próprias nuvens pareciam explodir, e apareceram estranhos globos no céu".
48 a.C.
Plutarco recolhe em sua obra que no mês de agosto desse ano ocorre um curioso incidente em Teaalia, quando no alvorecer, um pouco antes da batalha entre os exércitos de Júlio César e de Pompeio, uma enorme e brilhante luz apareceu sobrevoando o campo. O mesmo César afirmou ter visto uma fulgurante tocha, que saiu do interior da enorme luz, precipitando-se sobre o
acampamento de Pompeio, enquanto inspecionava a guarda. Curiosamente, o resultado dessa batalha, segundo comenta o historiador Dio Cassius, havia sido revelado na Síria, a mais de 1.500 quilômetros de distância do local dos acontecimentos, por dois estranhos jovens, os quais desapareceram tão misteriosamente como haviam surgido.
41 a.C.
Segundo Lycosthenes, em Cnido, próximo do rio de Cilícia, foram vistos "três sóis" no céu que também se reuniram formando um único corpo.
9 a.C.
No dia 10 de fevereiro desse ano, na cidade de Kyu Shu, no Japão, apareceram "nove sóis" no céu, provocando grande confusão e pavor entre a população e os membros da dinastia Yamato.
Nesse período de início do século, foram inúmeros os incidentes aéreos estranhos que se registraram, sendo os historiadores romanos os melhores cronistas dessas observações. Alguns deles poderiam ser considerados como os primeiros ufólogos da história, já que suas compilações sobre xenômenos resultaram incrivelmente notáveis.
14 d.C.
Cassius relata que nesse ano o Sol sofreu um eclipsamento total e a maior parte do céu pareceu estar em fogo, sendo que tochas de fogo pareceram cair dele, sendo vistos também cometas de cor vermelho-sangue.
60 d.C.
Julius Obsequens refere que um "escudo ardente" acompanhado de um feixe de luz, foi visto por vários cidadãos de Roma. Referindo-se também a este ano, o grande filósofo Sêneca escreve: "... Temos podido contemplar durante seis meses este cometa que apareceu no feliz reinado do divino imperador Nero."
71 d.C.
De acordo com o relato de Lycosthenes, nesse período foram vistos na Itália "dois sóis" ao mesmo tempo no céu, de leste a oeste, sendo que um ficou mais fraco e pálido e o outro mais brilhante e poderoso.
SÉCULO II
Segundo os teólogos e exegetas contemporâneos desse período, é nesse momento que os textos que viriam a compor o Novo Testamento começam a circular entre as primeiras comunidades cristãs, assim como as cartas do apóstolo Paulo. É nesse período também que se reúnem alguns documentos contendo relatos de eventos ufológicos extraídos da Torá judia, os quais passariam a formar parte do Antigo Testamento católico mais adiante. Aqui encontramos o relato de Ezequiel, a referência à "Glória de Yahvé", isto é, a coluna de fogo que guiou o povo de Israel no seu caminho pelo deserto, além de outras tantas, como a viagem de Henoc e Elias num carro de fogo. Nesta época, também ocorreram eventos que acabaram sendo registrados, como o referido por Galieno em sua obra Comentário aos Apotegmas de Hipócrates, no qual encontramos o seguinte relato: "... É geralmente sabido que Esculápio foi levado pelos anjos numa coluna de fogo, coisa semelhante ocorreu com Dionísio, Hércules e outros que trabalham em benefício da humanidade." Com relação ao mito Hércules, por exemplo, Apolodoro escreve em sua obra História o seguinte: "... Hércules trasladou-se a Oeta no território traquiniano e construiu ali uma pira e montou nela. E quando a pira estava
ardendo, conta-se que uma nuvem o levou flutuando aos céus."
192 d.C.
Herodiano, no seu livro História do Império depois de Marco Aurélio, volume I, descreve um objeto particularmente brilhante que cruzou o céu, além de outras maravilhosas que ocorreram por aqueles dias, afirmando que "estrelas foram vistas no ar em pleno dia". Por sua parte, o historiador Hélio Lamprídio escreve na sua obra Vida de Comodo o seguinte: "... Durante o reinado de Comodo, um objeto particularmente brilhante cruzou o céu."
217 d.C.
Novamente no trabalho História Romana, de Dio Cassius, recolhe-se um incidente insólito: "... Em Roma, um espírito com aparência de homem levou um asno até o Capitólio e depois ao palácio. Ao ser preso por isso e ser enviado a Antônio, disse que não se apresentaria ante o imperador. E quando chegou a Cápua evaporou-se repentinamente."
312 d.C.
Nesse ano, escreve o biógrafo e cronista do imperador Constantino, o Grande, em sua obra Vida de Constantino, livro I, capítulo XXIII, referindo-se ao sítio da batalha da ponte Milvio, o seguinte relato: "... Por volta das horas medianas do Sol, disse Constantino que viu com seus próprios olhos o troféu da cruz nos céus, situado sobre o Sol radiante de luz e com uma inscrição adjunta contendo as palavras 'com isto conquisto' e que à vista disso ficaram pasmados tanto ele como todas as suas forças militares, as
quais lhe seguiram em sua marcha e foram espectadores do milagre."
Posteriormente, o historiador Edwar Gibbon comentaria sobre essa observação afirmando: "... Esse surpreendente objeto do céu assombrou todo o exército, assim como o imperador, que, ainda indeciso sobre a eleição de uma religião, trocou o assombro em fé pela visão que teve na noite seguinte, pois Cristo lhe apareceu ante seus olhos e, mostrando o mesmo símbolo da cruz, disse a
Constantino que fabricasse um estandarte semelhante e marchasse com a segurança da vitória contra Magêncio e todos seus inimigos."
314 d.C.
O professor de literatura chinesa, Sr. Ke Yang, da Universidade Lanzhou, encontrou evidências de que houve avistamentos aéreos anormais registrados em textos clássicos chineses. Um deles faz menção a um dia de janeiro do ano 2 (314 da nossa era), sob o reinado do imperador Jianxing, quando o "Sol" se precipitou em terra e outros "três sóis" surgiram juntos por cima do horizonte. Outro dia, o "Sol" desceu rapidamente até o solo e outros "três" voaram, um junto ao outro, depois de haver-se elevado em direção oeste, dirigindo-se depois até o leste.
317 d.C.
Num outro texto, pesquisado pelo professor Yang, temos o seguinte incidente:
"... No ano 5 do reinado do imperador Jianxing, três sóis brilharam simultaneamente no céu, pintando-o de tons multicores. Os sóis estavam rodeados por uma auréola e suspensos a 10 metros por cima do solo. No centro dos sóis se distinguia uma coloração verdosa."
384 d.C.
Em tempos do imperador Teodósio, o Grande, último imperador do grande Império Romano, foi avistado no céu um sinal terrível: um objeto em forma de coluna, segundo comenta o historiador Lycosthenes.
394 d.C.
Uma estranha aparição foi registrada na cidade de Antióquia, na Turquia, nesse ano. Segundo relatam algumas testemunhas, uma espécie de mulher, enorme, deslocava-se pelo céu sobre as ruínas da cidade, emitindo um som ensurdecedor.
1000 d.C.
Sobre a cidade de Avigliana, próxima a Turim, na Itália, objetos semelhantes a tochas de fogo cruzaram o céu a enormes velocidades, e uma claridade deslumbrante iluminou completamente a noite deixando aterrorizados os habitantes da vila.
1213 d.C.
No dia 10 de março desse mesmo ano, objetos voadores luminosos apareceram por detrás da montanha do templo de Hokkedo, Japão. Os objetos subiam e se apagavam alternadamente, segundo comenta o cronista japonês Yusuke Matsumura.
1290 d.C.
Um manuscrito descoberto no mosteiro de Ampleforth refere-se a uma observação ocorrida no dia 3 de agosto desse ano pelos religiosos do mosteiro de Byland. O texto comenta o seguinte: "... Um dos irmãos da confraria chegou e avisou que havia um grande objeto fora. Todos saíram e viram uma enorme coisa de prata, como um disco, que voava lenta mas poderosamente sobre eles, provocando-lhes o maior dos terrores."
1428 d.C.
Exatamente a uma e meia da madrugada do dia 3 de abril desse ano, grande parte dos habitantes do povoado de Forli, na Itália, observaram no céu uma chama de fogo muito alta em forma de torre, e também uma coluna que parecia de fogo subindo pelo ar. Nesse mesmo dia, entre 1 e 3 horas da madrugada, foi observada uma "lâmpada de fogo" flutuando no ar.
1519 d.C.
O navegador Antonio Pigafetta, que participou da expedição de Magalhães ao redor do mundo, deixou escrito um detalhado encontro com um disco de fogo ocorrido sobre a ilha de Biranota.
1604 d.C.
Objetos voadores foram observados por uma grande quantidade de testemunhas sobrevoando a Catalunha, na Espanha, sendo registrados pelo jornal Diari de Jeroni Pujades.
1716 d.C.
Em março desse ano, o famoso astrônomo inglês Edmond Halley, descobridor do cometa que lava o seu nome, observou e relatou a presença de um objeto luminoso que se manteve no céu por mais de duas horas. O cientista não conseguiu apresentar uma resposta satisfatória, pois nada conhecido poderia ter gerado uma luz de tanta intensidade. Halley afirmou que a luz desse objeto, observado durante a noite, era tão intensa que poderia ler um texto sem qualquer dificuldade.
1800 d.C.
O século XIX se inicia com uma grande e impressionante observação em Baton Rouge, capital do Estado da Louisiana, nos Estados Unidos, durante a noite do dia 5 de abril. Naquela oportunidade, um enorme objeto luminoso, grande como uma casa, passou a pouco menos de 200 metros do solo diante de um grande número de testemunhas, para logo dirigir-se rumo noroeste. Tão
intensa foi a sua luminosidade, que os observadores perceberam claramente um aumento da temperatura local.
1910 d.C.
No dia 5 de fevereiro, às 23:45h, o senhor e a senhora Whitney, da localidade de Everett, em Washington, avistaram um gigantesco objeto discoidal de cor dourada a menos de 4 milhas (pouco menos de 6,5 Km) ao norte de Greer, em Idaho, às margens do rio Clearwater. O disco não apresentava menos de meia milha de diâmetro (próximo de 800 metros). As manobras do objeto demonstravam ser resultado de algum tipo de inteligência.
1917 d.C.
No dia 13 de outubro, um objeto de formato discoidal e cor prata, brilhando sem ferir os olhos, surgiu no céu na localidade de Fátima, em Portugal, por volta das 12 horas quando da aparição da Virgem Maria. O objeto girava sobre si mesmo a grande velocidade, transformando-se, repentinamente, numa roda de fogo e lançado em todas as direções clarões de luz semelhantes a um arco-íris. Depois, o objeto desce e pára, sobe de novo aos céus e, pouco a pouco, torna-se mais brilhante, parecendo um verdadeiro sol, chegando a ferir os olhos e emitir calor, secando as roupas das testemunhas pela emanação de um forte calor, molhadas por uma intensa chuva ocorrida antes do evento.
1947 d.C.
Este foi o ano capital para a ufologia contemporânea mundial que marca o início de uma transição, bastante significativa para toda a humanidade.No dia 24 de junho (marco da ufologia), o Sr. Kenneth Arnold, de Boise, Idaho, nos Estados Unidos, encontrava-se a bordo do seu monomotor a uma altitude de 2.800 metros sobre as montanhas Cascade, no Estado de Washington, havendo decolado de Chehalis em direção a Yakima, quando avista uma deslumbrante formação de nove estranhos objetos que passavam quase raspando os picos das montanhas a uma enorme velocidade (cerca de mais de 2.000 Km/h).
No mês de julho, no Brasil, o Sr. José Higgins foi o único de um grupo de pesquisadores que permaneceu no local depois do pouso de um disco voador (e não OVNI) à frente do grupo. Três entidades de altura aproximada equivalente a 1,80m e roupas brilhantes indicaram à testemunha que provinham de Urano, desenhando no solo oito círculos concêntricos e indicando o primeiro como sendo o Sol.
No dia 3 de julho, o Sr. W. Mac Brazel confirma ter achado no dia anterior, os destroços de um veículo aéreo no campo da fazenda Foster durante a manhã, a 48 Km de Corona, em Lincoln Country, 120 Km a noroeste de Roswell, no Novo México.
No dia 7 de julho, o fotógrafo William Rhodes, por volta do entardecer, informa que se encontrava em sua casa quando ouviu um barulho enorme do lado de fora. Por alguma razão pensou que podia tratar-se de um disco voador, saindo com a sua câmara, justo em tempo de obter duas fotos de um objeto que se afastava a grande velocidade.
Em agosto, o artista italiano Rapuzzi Johannis, enquanto caminhava pelas montanhas entre a Itália e a antiga Iugoslávia, avistou um objeto vermelho de forma discoidal pousado, ladeado por duas entidades de tipo "anão". Os seres, além de baixos, possuíam cabeças grandes e rostos acinzentados.
“Um pescador galego decidiu tornar público o que, segundo ele, viveu e experimentou quando estava em seu barco. Aparecem alguns aviões militares perseguindo um aparente "objeto estranho" que mergulha no mar, e um helicóptero de procedência desconhecida que sobrevoa o barco dos pescadores e ordena que abandonem o lugar onde estão. ‘Deixem a área imediatamente, entrem em contato com o porto. Lá receberão instruções …’ são as palavras para o barco pesqueiro”. [Fonte: Terra Espanha: “El terror de un pescador gallego ante un 'objeto extraño'”
“Descoberto um ‘objeto estranho’ em Asturias após o caso do OVNI em Galícia”, em imagens surpreendentes registrando como quatro homens com trajes especiais removem uma cápsula metálica e a colocam em sua picape preta.
Isto é, é um vídeo anônimo. Não apenas isto, em nenhum dos vídeos pode-se identificar qualquer pessoa ou veículo, já que mesmo códigos do barco pesqueiro foram censurados. Terra Noticias mesmo compara o vídeo aos filmes pseudo-documentais “Rec” e “Bruxa de Blair”.
Vale lembrar a regra de outro da análise de vídeos e fotografias: se a fonte é anônima, o vídeo não possui valor. É uma regra antiga e elementar, mas hoje mais do que nunca, após os OVNIs do Haiti, da Ponte de Giulio na Itália e tantos mais, deve estar claro que mesmo as mais impressionantes imagens podem ser forjadas, por vezes sem grande custo ou esforço. É apenas a investigação da fonte e outras testemunhas em conjunto com o registro físico que pode permitir chegar a alguma conclusão. Sem nenhuma fonte, sem nenhuma testemunha independente, um vídeo na Internet é apenas um vídeo na Internet.
E então vale notar como é peculiar a idéia de que quatro sujeitos nada discretos em trajes brancos transportem uma cápsula presumivelmente secreta em uma picape preta comum, utilizando apenas uma lona preta convenientemente do tamanho adequado.
Tudo sugere uma ação de marketing viral. O vídeo do transporte da cápsula pelo helicóptero negro pode ter sido criado quase que inteiramente em computador, sobrepondo o helicóptero e a cápsula virtuais sobre uma paisagem real filmada, adicionando ainda tremores de câmera simulados. Já as imagens da remoção da cápsula na praia indicam que os vídeos não são amadores e contam com uma produção envolvendo várias pessoas, que no entanto talvez não pudessem alugar um caminhão ou guindaste pretos com seu orçamento de publicidade.
Finalmente, no vídeo original do pesqueiro, todo o conjunto é uma montagem de diversas fontes. O helicóptero e seu efeito na água podem ser tanto reais, filmados no local, o que envolveria custos consideráveis; como filmados em outro local e combinados à filmagem. Ou podem ser completamente digitais. O “OVNI” e suas peripécias, incluindo a divisão em múltiplas partes e o mergulho na água, é muito provavelmente digital. A explosão na água que poderia ser produzida com cargas aquáticas, mas pode ser criada hoje em dia em computador com resultados tão bons como os vistos.
Muita especulação de nossa parte, bem verdade, mas basta lembrar que o especialista em efeitos gráficos David Nicolas, criador dos OVNIs do Haiti, chegou a criar o vídeo de um OVNI adentrando as águas do Rio de Janeiro para o quadro Detetive Virtual do Fantástico.
Baseadas na tecnologia obtida através de OVNI acidentados, estariam sendo secretamente desenvolvidas pelos EUA as mais avançadas máquinas voadoras. A primeira à esquerda, porém, é a mais fantástica de todas: um helicóptero diferente, sem os tradicionais rotores (principal e cauda) e que utiliza tecnologia anti-gravitacional - da mesma forma como fazem os UFOs e ainda por cima sugestivamente batizado com X-51. Bastante sutil mesmo! Seria este codinome uma alusão ao Arquivo-X e também à famosa Área 51?
Esta é a foto histórica que marca a pegada do primeiro homem na Lua, precisamente no dia 21 de julho de 1969. O símbolo de uma inegável conquista para a humanidade e que eternamente ficará registrado no solo do nosso satélite. Porém, outros marcos foram deixados, outros simbolismos secretos existiram sem que os olhos profanos os vissem.....
Como por exemplo essa foto secretíssima obtida quando por ocasião desse primeiro pouso! A Venerável Maçonaria, que sempre esteve presente e atuante nos acontecimentos históricos mais marcantes da humanidade, também registrou naquele memorável dia os seus símbolos na superfície do nosos satélite! Na foto, Neil Armstrong ostenta tais símbolos e usa inclusive o sagrado avental ritualístico da Ordem. Uma iniciação sem precedentes ou quem sabe um secreto ritual na Lua? - o que aliás seria absolutamente JUSTO. Alguns dizem que esta foto é uma simples montagem. Mas terá sido mesmo? Quem viu os filmes oficias da NASA, tomados a bordo do foguete que levava os três astronautas para a Lua, se entender do assunto verá nitidamente todos eles trocando sinais de reconhecimento e saudações maçônicos entre si!
Símbolos existem e velam mistérios, alguns não tão sagrados porém aterrorizantes. Acima, o escudo das tropas norte-americanas de fuzileiros. Diz a legenda: "Laboratório de Guerra". É uma insígnia bem antiga e nos mostra o dragão-verde, que na tradição oriental significa MORTE. Nada de estranho nisso, a não ser - ao fundo - a imagem das torres gêmeas do World Trade Center, destruídas através dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001! Uma premonição? Ou quem sabe uma ameaça velada que viria se concretizar em uma ocasião futura e bem determinada?
Também a conspiração que matou John Kennedy em 22 de novembro de 1963 teve os seus simbolismos. Naquele fatídico dia, quando desembarcava do Air Force One em Dallas, Texas, a primeira-dama recebe, assim como manda o protocolo, um buqê de rosas.
Aqui, alguns minutos depois, alguém não identificado entrega a Jacqueline Kennedy um segundo buqê de rosas....
E - fato que mais tarde a própria Jacqueline revelou ter achado estranho - alguém entrega um TERCEIRO buquê, dessa feita e ao contrário das outras composto por rosas vermelhas. Esta teria sido a senha secreta e altamente simbólica para, por assim dizer, dar o "sinal verde" para o atentado que iria se consumar alguns minutos depois! E lembremos que esotericamente, tanto para o bem quanto para o mal, a rosa vermelha plenamente desabrochada significa MORTE!
E já está praticamente provado que não apenas um, porém DOIS atiradores esperavam pela comitiva presidencial no seu trajeto pelas ruas centrais de Dallas!
O primeiro projétil veio pela lateral direita do veículo, partindo, segundo a versão oficial, do alto de um prédio e mediante a utilização de uma arma dotada de altíssima precisão de tiro. O segundo, logo a seguir - e que por sinal essa versão oficial nega - veio diretamente pela frente, atingindo em cheio o rosto do presidente. E um filme tomado por um popular mostra a real presença desse outro atirador de elite, postado entre os galhos de uma árvore, em um parque situado bem na dianteira do automóvel. Kennedy não tinha mesmo como escapar desse atentado! A foto mostra um agente de segurança subindo na traseira do veículo, enquanto a primeira-dama tenta socorrer o marido, inutilmente recolhendo fragmentos do seu crânio e também do cérebro, horrivelmente espalhados pela lataria.
Estranhos assassinos esses que ninguém viu ou sequer capturou, mesmo diante de um enorme e bem montado esquema de segurança! E fechando o sinistro simbolismo, o TERCEIRO tiro foi inexplicavelmente disparado contra o suposto culpado pelo atentado, Lee Harvey Oswald, quando este era conduzido preso e cercado por vários agentes policiais e governamentais. Até hoje sem solução e ainda alvo de muitas manobras de acobertamento e também dezenas de subterfúgios, o assassinato de Kennedy, assim como esta "queima de arquivo" que logo se seguiu, silenciaram o caso para sempre!
Todavia, existe um outro filme tomado por um cinegrafista amador, que embora mal focado e por vezes trêmulo é verdadeiramente surpreendente. Naquele data fatídica, a comitiva presidencial se aproxima. Existe uma multidão de pessoas em ambos os lados da rua. Inexplicavelmente, os batedores passam apenas para o lado esquerdo - através de uma gritante falha de segurança.... E deixando desguarnecido exatamente o LADO DIREITO. E isso, obviamente, força uma segunda e inexplicável falha, fazendo com que a viatura presidencial se aproxime em demasia do público quando, de acordo com as normas mais elementares, deveria seguir pelo centro da avenida!
Mas a estória seria verdadeiramente essa? Teria mesmo Lee Harvey Oswald sido o autor, segundo a versão oficial, do "único e certeiro disparo desferido de um prédio vizinho"? Vejam a seqüência inédita e exclusiva que fizemos a partir desse filme. Quando a comitiva passa, um homem vestido em um terno branco, em plena rua e em meio à multidão que acenava, ergue o braço direito. Note-se que parece ter uma pistola dotada de silenciador na mão - por sinal bem visível na foto da direita! Como ninguém viu isso? E onde estavam os agentes de segurança que deveriam seguir a viatura - a pé - principalmente nas laterais e na retaguarda?
Ao justamente passar por ele, que inclusive parece fazer pontaria (note-se a arma mais uma vez), o presidente Kennedy leva o primeiro tiro e instintivamente coloca a mão na face direita. Talvez tenha sido um primeiro disparo efetuado com arma de pequeno calibre, de modo a não chamar muito a atenção e preparar o terreno para o segundo assassino - que, de acordo com as mais corretas técnicas dos atiradores de elite, se situava mais à frente e melhor posicionado.
Neste exato momento, os demais ocupantes do automóvel, atônitos, percebem que Kennedy fora atingido! O Presidente ainda tem a mão no rosto, cobrindo o local do primeiro ferimento..
Ferido mas ainda vivo, a primeira-dama o ampara quando pela frente surge o impacto muito mais potente e avassalador de um segundo tiro, dessa feita, sim, mediante o emprego de um fuzil mortal e de alta precisão - o que pode ser constatado neste fotograma da direita devido ao violento estrago que fez, literalmente explodindo a cabeça de Kennedy!
Já com o marido morto e vendo seu crânio despedaçado e com a massa cerebral se esvaindo, Jacqueline entra em pânico! Em desespero, sobe na traseira do automóvel tentando recolher os ensangüentados fragmentos espalhados por toda a lataria devido ao violento impacto do projétil. Mas por que isso? O quê exatamente justificaria tal barbárie? Especula-se que Kennedy teria contrariado muitos interesses internos, que inclusive desejavam uma guerra atômica contra a Rússia e Cuba. Porém, algumas denúncias ligam a sua morte à intrincada questão alienígena no nosso planeta. Segundo elas, Kennedy estaria disposto a revelar ao mundo os termos do fracassado acordo EUA X Aliens, bem como a perigosa e ameaçadora presença deles aqui, solidamente estabelecidos em suas bases secretas e agindo à revelia dos demais governos mundiais.
E também o Papa João Paulo II teve inocentemente e bem às suas costas um símbolo demoníaco e da mais pura magia negra - a Cruz de Cristo invertida - que alguém colocou quando recentemente visitava o local em que o Nazareno pregara há milênios o Sermão da Montanha! Seria uma verdadeira sociedade secreta, satânica e pervertida, operando na Terra há bastante tempo e infiltrada em vários setores - desde a religião até a política - visando a obter o caos e finalmente dominar o mundo? E, quem sabe, muito provavelmente associada a essas entidades alienígenas decaídas - todos operando em estreita cooperação e sintonia?
E esta outra foto "maldita", embora não muito nítida e supostamente obtida no interior das secretíssimas instalações da Área 51, nos mostraria uma dessas entidades alienígenas, por sinal bem viva e atuante - diante de um cientista ou talvez um militar!
O famoso Caso Roswell, ocorrido em 1947, teria precipitado todos esses acontecimentos, sendo a partir daí criado o Majestic-12, com poderes até superiores ao próprio presidente da república, de modo a "esvaziar" e controlar tal espinhoso problema no que diz respeito à presença dos alienígenas entre nós. Na manchete acima, mesmo após o testemunho do Major Jesse Marcel (e também de o seu superior na base, o Coronel William Blanchard, ter divulgado à imprensa através de NOTA OFICIAL que realmente um OVNI acidentado tinha sido resgatado, juntamente com os corpos dos seus tripulantes), uma alta autoridade de Washington, o General Ramey, "esvazia o disco de Roswell", negando tudo e decretando a intervenção na Base!
"Julgo que maior parte dos historiadores sentem, assim como eu, uma impressão de mal-estar, de incerteza até, quando penetram numa sala que fora fechada e selada por mãos piedosas 3 mil anos antes. Nessa altura o tempo perde todo o seu significado. 3 mil anos, talvez 4 mil, se passaram desde que o homem deixou de pisar este solo, e contudo o arqueólogo está rodeado, por todos os lados, de indícios de vida: o balde ainda meio cheio de argamassa que tapou a porta, a lâmpada oxidada, a impressão de um dedo na parede, um ramo de flores colocado no patamar numa última homenagem. Dir-se-ia que o morto foi enterrado ontem! O próprio ar que respiramos não se renovou durante milênios; partilhamo-lo agora com aqueles que colocaram a múmia na sua última morada. O conceito de tempo desaparece.... e aquela atmosfera que permaneceu aprisionada durante milênios nos faz sentir-nos como intrusos, ou profanadores...."
(Howard Carter - arqueólogo, o descobridor da tumba do faraó Tutankhamon)
Egito, terra fascinante e misteriosa, talvez a mais misteriosa de todas. Berço de uma civilização prodigiosa, a mais portentosa e duradora da História conhecida, ainda hoje a sabedoria por ela praticada impressiona os espíritos mais lúcidos e racionais.
Mesmo com todos os nossos avanços tecnológicos, mesmo com todos os nossos supostos conhecimentos, aquilo que muito esparsamente nos chega dessa antiga cultura ainda escapa à nossa limitada compreensão.
E nesse particular, apenas e muito timidamente podemos realizar algumas toscas comparações na tentativa de entender esses grandes mistérios.
E um desses atordoantes mistérios diz respeito exatamente aos processos de mumificação e à proteção aos mortos, uma proteção terrívelmente eficaz, eficaz até em demasia - mais especificamente a chamada Maldição dos FaraósCiência é Ciência e a Eletrônica é, de fato, um dos seus ramos mais apaixonantes.
Os resistores, por exemplo, são componentes fundamentais em um circuito eletrônico.
Destinados a produzir uma queda de tensão - assim como reduzir a voltagem aplicada entre os seus pólos de 30 para 20 volts - eles convertem em calor a energia dissipada.
Essa capacidade de redução de calor é medida em watts e quanto maior o resistor, maior será a sua capacidade de dissipação. A sua capacidade é medida em ohms e para facilitar e padronizar essa leitura, é adotado um código de cores universal, conforme mostrado acima.
Dessa forma, um resistor que contenha em seu corpo faixas: vermelha, amarela, laranja (o número de zeros) e o último anel dourado, corresponderá a um valor de 24.000 ohms com tolerância de mais ou menos 5%. Brilhante, não?
Pois é, mas não somente os resistores utilizam codificação de cores. Também os condensadores e miríades de outros processos e componentes em Física e Eletrônica. Desculpe-nos pela breve aulinha, mas você deverá estar se perguntando: - o quê teria isso a ver com os assuntos fantásticos e inusitados abordados neste nosso blog? A resposta é: TEM TUDO A VER!
Para espanto dos estudiosos em geral, foi descoberto que no Antigo Egito era - exatamente assim como fazemos hoje - obedecida uma rigorosa padronização codificada de cores! Assim como os hieróglifos tinham um TRIPLO SENTIDO, o terceiro deles desconhecido, não se sabe ainda o quê estaria por trás disso, porém a pergunta que de pronto surgirá é: - Então, os antigos egípcios conheciam a Eletrônica e a Eletricidade?
Mais uma vez a resposta é: - SIM, INCRIVELMENTE SIM!
E não somente conheciam (e aplicavam) a Eletrônica e a Eletricidade como também a ENERGIA NUCLEAR!
Refresquemos a nossa memória voltando a ver as lâmpadas claramente mostradas nos murais do Templo de Hathor, em Denderah. Podemos notar o bulbo, o gerador e o filamento.
Cientistas, baseados nesse modelo com milhares de anos de idade, desenvolveram uma réplica (direita) que EFETIVAMENTE FUNCIONOU - e até muito melhor do que as nossas atuais!
E mais: através da desintegração nuclear no vácuo - uma extemporânea tecnologia da qual ainda não dispomos mesmo com todos os avanços tecnológicos do século XXI.
Um dos grandes mistérios do Antigo Egito é representado pelo fato de as pinturas murais manterem o seu viço, o brilho fantástico das suas cores (por sinal produzidas com ingredientes desconhecidos), por muitos milênios sem conta.
E principalmente de que maneira foram pintadas nos soturnos e profundos interiores das tumbas e da cavernas, (teoricamente) sem quaisquer tipos de iluminação!
O curioso é que essas imponentes pinturas somente se deterioram - e assim mesmo pouco - DEPOIS que as tumbas onde estão situados são abertas.
Da mesma forma, as oferendas funerárias deixadas nas tumbas, representadas por alimentos, vinhos, carnes, bolos e pães, parecem não se abalar com a passagem do tempo, mumificando-se espontaneamente sem contudo deteriorar.
O vinho, por sua vez, ainda pode ser ingerido sem problemas e algumas sementes - como por exemplo as de trigo - quando plantadas GERMINAM como se tivessem sido colocadas nas tumbas ainda ontem mesmo.
Qual o segredo disso tudo? A resposta é simples (e preste bastante atenção nela): - as tumbas eram HERMETICAMENTE VEDADAS!
Tutankhamon, o faraó-menino, último soberano da XVIII Dinastia Egípcia, morreu muito cedo - aos 18 anos de idade - e muito provavelmente assassinado através de uma conspiração palaciana.
Também o último representante de uma linhagem predestinada dos chamados "Reis-divinos" composta por Altos Iniciados que governou o Egito desde os seus primórdios, tinha o título de Kheri-Ketau - ou seja, era um "Mestre dos Mistérios".
Também devemos prestar bastante atenção nesse sutil detalhe.
A imponente, porém lúgubre, paisagem do Vale dos Reis, situada a oeste do Nilo - local onde foram sepultados os soberanos de maior expressão do Egito.
Os Egípcios eram muito sutis nas grandes verdades que representavam.
Tudo era simbolismo! "Cruzar o Rio para o Oeste", era uma expressão que significava a transição da alma para um outro plano - aquilo que erroneamente costumamos chamar de "morte". O Oeste, ou Ocidente, era para eles a "Terra dos Mortos", uma lembrança do perdido continente Atlante que um dia submergira nas águas do oceano em fúria. Objeto de grande pilhagens através dos tempos, além das extensas escavações arqueológicas, chegou um tempo em que oficialmente dizia-se nada mais haver a ser encontrado naquelas paragens.
Realmente, a febre das grandes descobertas arqueológicas fez do Vale dos Reis o ponto de atração de diversas expedições internacionais, transformando o local em uma área dotada de uma profusão de tumbas abertas.
Acreditava-se que tudo já tinha sido devidamente vasculhado e quem se atrevesse a escavar ali era logo classificado como louco ou visionário.
Foi exatamente o que aconteceu com o arqueólogo Howard Carter, visto na foto acima com o financiador da sua expedição, Lord Carnavon e a sua filha Evelyn.
Por durante muito tempo Carter acreditava que havia alguma coisa mais por aqueles lados e quando já estava quase desistindo, precisamente em novembro de 1922, realizou aquela que foi considerada a mais sensacional descoberta arqueológica do século XX:
Um do seus trabalhadores acidentalmente encontrou uns degraus que se dirigiam ao subsolo. Logo, verificou-se que era a entrada para tumba. Uma tumba intocada por mais de 3 mil anos!
A notícia logo se espalhou e uma multidão de repórteres, turistas e autoridades se dirigiu ao local da descoberta. Carter ficara famoso da noite para o dia! Começaram então os trabalhos de escavação.....
Como também a acontecer coisas bastante estranhas no seu acampamento! O primeiro sinal de desgraça foi o fato de uma serpente naja (a mesma usada no toucado dos faraós) ter invadido a tenda de Carter e devorado o seu canário de estimação que estava no interior de uma gaiola.
Os supersticiosos trabalhadores egípcios logo interpretaram isso como um aviso de que não se deveria perturbar o descanso eterno do soberano lá enterrado,
quando chegaram à entrada da tumba ficaram gelados de pavor ao verem que ela estava selada com algo bem sinistro:
Anúbis no "selo dos nove cativos", um sinal de tabu e maldição - em outras palavras "Ambiente carregado. Todos aqueles que aqui entrarem terão as suas almas amaldiçoadas e aprisionadas pela desgraça".
E para completar as advertências, uma inscrição hieroglífica ainda dizia:
"A morte chegará com as suas asas ligeiras para aqueles que perturbarem o sono do faraó".
Carter, como cientista racional que era, não deu a menor importância a isso e continuou o seu trabalho.
Havia porém um segundo selo, este recolocado, e também sinais de que há muitos milênios - ainda nos tempos da Civilização Egípcia - lamentavelmente os saqueadores já tinham chegado primeiro naquela tumba.
Na antecâmara, tudo estava em desordem. Havia sinais de pilhagens e também de que os milenares saqueadores tinham inexplicavelmente deixado a tumba às pressas.
Carter começava a temer pelo sucesso de sua expedição, acreditando que, da mesma forma, a múmia tivesse sido saqueada ou então roubada.
Havia uma outra câmara, esta porém intocada e hermeticamente selada.
Foi preciso abrir um orifício para que Carter pudesse visualizar o que havia no seu interior.
- Vejo coisas maravilhosas! - foram naquela ocasião as primeiras palavras do atônito arqueólogo ao se deparar com o ouro e os magníficos trabalhos artísticos espalhados por todos os lados!
POR QUE então os antigos saqueadores fugiram apavorados, deixando de lado todos aqueles valiosíssimos tesouros? Eles certamente sabiam exatamente o porquê!
Isso era o que menos importava para Carter, que finalmente se deparou com câmara do sarcófago contendo a múmia de Tutankhamon, intocada há milênios.
Tudo também elaborado no mais puro ouro (1285 quilos!) e em uma profusão de pedras preciosas!
Era, de fato, o maior tesouro arqueológico de todos os tempos. Mas que, em contrapartida, teve também o seu mais amargo preço......
TUDO, tudo era mesmo dotado de uma alto e muito bem elaborado simbolismo no Antigo Egito!
Assim estava colocada a urna funerária contendo os Vasos Canopi com as vísceras do faraó: protegida nos seus quatro Pontos Cardeais pelas deusas guardiãs: Ísis, Neith, Neftis e Selkit.
As estátuas de todas elas, porém, estavam colocadas em uma posição inusitada.
Para quem entende de simbolismo e Esoterismo a mensagem é, no entanto, bastante clara: os seus braços representavam o hieróglifo egípcio determinativo da palavra "AN" - ou, se devidamente traduzido do egípcio arcaico: a palavra 'NÃO"!
Em suma: O QUÁDRUPLO "NÃO" DA TUMBA DE TUTANKHAMON ERA DEMASIADAMENTE CLARO.
E ainda por cima, a estátua de Anúbis, o deus chacal, um velado sinal de PERIGO, colocada em uma posição anterior representava outra advertência claríssima e por sua vez ainda mais ameaçadora aos eventuais profanadores!
O intensamente magnético e poderoso Anúbis, também chamado no Antigo Egito de
"O Senhor das Colinas do Oeste" , era por excelência "O Guardião das Tumbas" e a sua missão, de acordo com a Religião Egípcia, era exatamente PROTEGER AS MÚMIAS NOS SEUS ÚLTIMOS REFÚGIOS, sempre velando pelos "adormecidos" nas suas últimas moradas temporais e, notadamente, o principal encarregado de castigar os profanadores.
Uma simples superstição, talvez mera crendice religiosa?
Veremos logo adiante que NÃO! Não esqueçamos de que os egípcios eram mesmo muito sutis nas grandes verdades que metaforicamente e de maneira muito ciosa velavam!
Para princípio de conversa, devemos saber que os Antigos Egípcios não eram absolutamente tolos ou praticantes de crenças primitivas, ou pagãs, assim como tentam nos impor.
Muito pelo contrário, possuíam crenças religiosas e espirituais muito mais avançadas e lógicas do que as nossas - e, além de tudo, uma Ciência e uma tecnologia das quais apenas podemos antever (e de maneira muito tímida) através do bem elaborado simbolismo que adotava.
Os seus múltiplos "deuses", por exemplo, sempre criticados pelos ditos estudiosos da Egiptologia, não representavam simples animais antropomórficos, mas, SIM, certas FORÇAS E ENERGIAS UNIVERSAIS muitas das quais ainda desconhecemos inteiramente.
Por isso mesmo, e apesar das advertências - não só as existentes na própria tumba, como também as advindas de todos os lados, notadamente por parte da população local e de grupos esoteristas - os trabalhos na tumba de Tutankhamon foram em frente.
E a maldição então se fez presente! Lord Carnavon, o principal financiador daquela empreitada, foi a sua primeira vítima.
Certo dia, ao sair da tumba em companhia de Carter, sentiu algo no rosto como se fosse uma picada de um mosquito - um "mosquito" que, por sinal, ninguém viu. Logo o estranho ferimento evoluiu para um infecção generalizada, resistente a qualquer tratamento administrado pelos atônitos médicos.
Internado no Hospital do Cairo, suas forças rapidamente se esvaíam.
No seus horríveis delírios, Carnavon dizia ver a face de Tutankhamon a lhe atormentar e dizia que o faraó estava vindo buscá-lo.
Após um longo sofrimento e um pouco depois, um gélida rajada, parecendo uma espécie de vento fortíssimo, invadiu todo o recinto daquele quarto colocando para correr a apavorada enfermeira que cuidava dele.
Carnavon morreu a seguir e no mesmo momento toda a Cidade do Cairo sofreu um inexplicável corte de energia elétrica cujas causas jamais foram determinadas. Respeitando-se os fusos horários, verificou-se que na hora exata da sua morte, sua cadela de estimação que estava na mansão da família na Inglaterra, começou a uivar desesperadamente e inexplicavelmente também morreu!
Um "prato cheio" para a Imprensa e a assustada população local: logo descobriram que o sarcófago e a máscara mortuária de Tutankhamon (assim como também mais tarde a própria múmia) apresentavam no rosto.... UMA CICATRIZ, NO EXATO LADO E LOCAL EM QUE CARNAVON SOFRERA A TAL MUITO BIZARRA "MORDIDA DE MOSQUITO"!
Carter, aliás, revelou que no momento em que tal "mordida de mosquito" ocorrera - quando ele e Carnavon saíam da tumba - "O Vale dos Reis nos pareceu diferente, como se estivesse iluminado por uma luz estranha e distinta da normal".
A partir daí, começou uma incessante e aterrorizante série de estranhos acidentes, envolvendo TODOS aqueles que, direta ou indiretamente, estiveram presentes ou de alguma forma participaram da descoberta, também da profanação da tumba ou mesmo do simples transporte e exposição de tudo aquilo que estava lá dentro.
Até mesmo o anatomista que abriu as bandagens da múmia, Dr. Derry (foto), não escapou da inusitada sucessão de desgraças que vitimou mais de 40 pessoas numa sucessão inexplicável de eventos .
Mesmo aqueles que, deixando o Egito, estavam em seus países de origem! Uma dessas vítimas atirou-se da janela do seu alto apartamento, não sem antes deixar um bilhete dizendo que não mais suportava os efeitos da maldição e que via a face do faraó sempre a lhe atormentar.
Carter, muito embora cético, foi a última vítima morrendo alguns anos depois vitimado pelo câncer. Se essas bizarras ocorrências não podiam ter se tratado de meras coincidências, teriam sido então O QUÊ?
Façamos uma pequena pausa, porque duvidamos que você um dia não tenha passado por isso: por acaso já entrou em um recinto qualquer, uma casa por exemplo, dotado de um ambiente, digamos, "pesado", no qual foi incapaz de se sentir bem e à vontade?
Já trabalhou em certos escritórios - quase sempre muito fechados por causa da refrigeração - nos quais o ambiente de rivalidades, intrigas e disputas internas o tornaram insalubre, tanto do ponto de vista emocional quanto físico?
Já viajou em conduções urbanas superlotados onde SEMPRE o ambiente de malquerência se faz presente, a ponto de deixá-lo incomodado e nervoso?
Sem dúvida, a mente humana emite energias desconhecidas e, de fato, isso, que poderíamos chamar de "efeito condensador" (nesses casos não muito complexos)
EXISTE mesmo, tendo, todavia, uma explicação bem simples:
Para isso, voltemos então à nossa "aulinha" de Eletrônica.
Acima você vê uma moderna placa eletrônica elaborada em circuito impresso - dotada de circuitos integrados, resistores, diodos e CONDENSADORES.
E para aqueles que ainda não conhecem, apresentamos agora O CONDENSADOR, ou ainda CAPACITOR -
Outra peça importantíssima em qualquer circuito eletrônico ou elétrico (o seu aparelho de TV, por exemplo, tem centenas deles), o condensador tem por finalidade, dependendo da sua capacidade, ACUMULAR E ESTABILIZAR POR DETERMINADO TEMPO UMA CARGA ELÉTRICA aplicada entre os seus pólos, desde que estes sejam devidamente energizados.
Alguns deles, os eletrolíticos, muito utilizados como componentes auxiliares nas retificações de correntes, são dotados de polaridades positiva e negativa.
E agora, apresentamos a você os simples detalhes da constituição interna de um condensador.
Antes lembrando que existem vários tipos deles: os de mica, cerâmica, papel, milar e etc.
Invariavelmente, porém, a construção deles é bastante simples: obviamente ele tem duas "lides", ou pinos de contacto para fins da correspondente ligação a um circuito.
Ligados a esses pinos de contacto temos duas armaduras separadas entre si por um elemento denominado DIELÉTRICO, que tanto pode ser, dentre tantos outros, o baquelite, o vidro, o pirex, o celulóide, a porcelana, a borracha, o óleo, e até mesmo o.... PRÓPRIO AR.
A condição essencial para que eles funcionem é que a sua vedação seja PERFEITAMENTE HERMÉTICA.
A Ciência já descobriu que no interior de um condensador qualquer, ocorre um fenômeno extremamente curioso e complexo: quando nele se aplica uma carga elétrica manifesta-se uma inusitada TORÇÃO DE ESPAÇO, criando-se em conseqüência um CAMPO DE FORÇAS - um campo de forças IMATERIAL, energeticamente carregado e, portanto, LITERALMENTE ATRASADO E PARADO NO ESPAÇO FÍSICO DO SEU INVÓLUCRO.
A terra permanecerá girando no espaço e, assim, o NOSSO tempo fluindo normalmente. Porém, a carga contida no interior do condensador, assim como o seu CONTEÚDO, FICARÃO ATRASADOS POR UM PERÍODO DESCONHECIDO EM RELAÇÃO AO DESLOCAMENTO DA ÓRBITA TERRESTRE.
Em outras palavras, o tempo não passará para tudo aquilo que porventura esteja no interior do condensador!
E quando este finalmente for aberto TUDO o que nele estiver contido TERÁ VIAJADO NO TEMPO EM DIREÇÃO AO FUTURO!
Entendeu agora, Prezado Visitante, AONDE exatamente estamos querendo chegar? Sugerimos que retorne ao início dessa página e releia com muito mais atenção aquilo que foi escrito por Howard Carter.![]()